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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Chapeleiro Maluco

1921 - A.L.Bowley


1896 - Blanche McManus



1929 - Willy Pogany    e   1907 - Charles Robinson

1915 - A E Jackson  e  1921 - A L Bowley

1967 - Ralph Steadman

1908 - Harry Rountree   e  1946 - Mervyn Peake

1907 - Thomas Maybank  e   W H Walker

1970 - Peter blake


terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Arte Pop V


Um dos artistas pop mais importantes, Robert Rauschenberg é tema de exposição no Tomie Ohtake

Até 21 de fevereiro
Entrada Franca
Instituto Tomie Ohtake
Rua Coropés, 88, São Paulo,
Informações: (11) 2245-1900

Histórias Perdidas do Rock Brasileiro vol. 1 de Nélio Rodrigues




O pesquisador conta a História das primeiras bandas de rock no Brasil e toda a dificuldade com equipamentos ruins, buscar lugar para apresentação dos shows e das diversas críticas que recebiam como a de serem alienados e estarem a serviço do Imperialismo Americano.
O livro foca bandas poucos conhecidas tais como os Selvagens, Red Snakes, Faia, The Bubbles (A Bolha). Equipe Mercado, Karma e Módulo 1000.
A ousadia do pessoal que queria “mostrar o seu som” é relatada no livro:
“Já os Selvagens conseguiram se apresentar num festival no Pavilhão de São Cristóvão para o qual não estavam programados. Foram lá com os equipamentos e se enfiaram no palco, sem pedir licença. Acabaram tocando.Nas apresentações do Módulo 1000, a banda falava para o público se sentar, porque o som viria do chão."
 Nélio Rodrigues também é autor dos livros “Os Rolling Stones no Brasil” e “Sexo, Drogas & Rolling Stones”, este último em parceria com José Emilio Rondeau.

Gravura - Rubem Grilo


 As xilogravuras de Rubem Grilo possuem uma grande “impacto”. Acompanhar e embrenhar o pensamento no emaranhado de linhas que compõe alguns de seus trabalhos é uma experiência enriquecedora.
Rubem Grilo é mineiro, de Pouso Alegre. Começou suas primeiras gravuras em 1971. Trabalhou para diversos jornais entre 1973 e 1985. A partir daí focou seu interesse em sua obra tendo realizado exposições no Brasil e no exterior. Participou da Bienal de São Paulo em 1985 e 1998. Recebeu diversos prêmios por sua obra.





"Na imprensa, sempre havia um tema proposto, um desafio que vinha de fora. Eu quis desenvolver um trabalho de dentro. O jornal foi meu tempo de formação. Queria firmar uma certeza, ganhar convicção. O trabalho era raivoso, e eu era raivoso comigo também. O período posterior foi de transformação. Saí das gravuras grandes, que tinham uma temática mais dramática, e caí em algo mais poético. É uma exposição de um ciclo de trabalho, de um processo mais autônomo de linguagem"