O encontro dos artistas Mario Massena e Roberta Dacosta deu origem a exposição que poderá ser vista, a partir do dia 09 de junho, às 19h, no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno.
Abertura: 09 de junho (quarta-feira), às 19h.
Visitação: 10 de junho até 04 de julho (segunda-feira, das 13 às 17horas; terça a sexta-feira, das 10 às 17h; sábados e domingos e feriados, das 10 às 15horas).
Encontro com o artista: 23 de junho (quarta-feira), às 19h.
Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno
Rua Lopes Trovão, s/n°, Icaraí, Niterói- Rio de Janeiro.
Tel.: 2610 – 5748
Nasceu em 27 de outubro de 1906, no Japão. Bailarino, coreógrafo. Mestre no Teatro Butô que mistura dança com teatro. Morreu 01.06.2010.
Seu corpo magro aparentemente frágil e tão forte na expressão.
Dramático e Intenso !
Teatro Butô
Bu" significa dança, e "toh", passo. Butô combina dança e teatro. O butô – ou a Dança das Trevas: Ankoku Butô – é uma dança de vanguarda criada por Tatsumi Hijikata no final dos anos 50, no contexto do pós-guerra no Japão. Com temas intensos como a vida e morte, sexualidade, metamorfoses, explorando as transformções do corpo e sua relação com o ciclo da vida. E a mensagem é transmitida pelo corpo que procura se transcender para transmitir sua poesia gestual.
Uday Shankar Chowdhury,(1900-1977) nasceu em Udaipur, Rajasthan, Ìndia. Na família Shankar se destacaram vários artistas como: Ravi Shankar, seu irmão, que o ajudou a popularizar a dança indiana no Ocidente; os músicos Ananda Shankar e Nora Jones, filhos de Ravi.
Ravi Shankar organizou um festival de 4 dias em Nova Deli com filmes, uma exposição e música orquestral composta e orquestrada por ele.
Ravi e Uday
Em 1920, se juntou ao Royal College of art em Londres onde conheceu a bailarina russa Anna Pavlova.
Criou um estilo próprio que ele chamava de Hi-dance e mais tarde por Dança Criativa, a partir de elementos folclóricos indianos e clássicos.
Com sua parceira de dança Simkie, uma dançarina francesa.
Shankar abriu uma escola de arte em Portugal, fundou em Paris uma escola de dança, excursionou pela Europa e Estados Unidos e saiu em turnê por 84 cidades com sua trupe intitulada "Uday Shankar e seu Hindu Ballet".
Kalpana de 1948, filme de Uday e Amala Shankar.
Kalpana, uma mistura de surreal, comédia e dança, o filme com apenas uma cópia, ficou por décadas perdido e danificado pelo calor e umidade.Um clássico do cinema indiano em preto e branco, dirigido e escrito por Uday e Amala.
Kalpana é uma palavra sânscrita que siginfica "imaginação" e também um nome hindu de mulher.
Esse ano Martin Scorsese em algumas de suas entrevistas disse que planeja restaurar o filme.
''A dança é minha vida. Quando eu danço estou mais perto de Deus, não sou eu.''